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Mauricio Queiroz
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26/out/2017 ALÉM DA CERVEJA Post por: Administrador

Após o boom das cervejas artesanais que invadiram os bares e restaurantes, aumentando a variedade de marcas e tipos, cervejarias começaram a abrir estabelecimentos com marcas próprias.

As casas são comandadas por grifes conhecidas e renomadas que não têm medo de vender apenas a própria a cerveja, porém vão além oferecendo um combo de experiências como: fabricação das bebidas no local, degustações especiais, criações de cervejas sazonais, e festas personalizadas.

Ocupando um casarão de dois andares e 450 m² no Largo da Batata, em São Paulo, a Ambev inaugurou no ano passado a Goose Island Brewhouse, uma mistura de bar e fábrica da cultuada Goose Island, de Chicago, adquirida em 2011 pela AB InBev, que controla a Ambev. Com capacidade para 140 pessoas, o pub só vende chopes feitos ali, numa área envidraçada repleta de tanques e tinas de aço inoxidável, de onde saem até 15 mil litros de cerveja por mês, e 30 torneiras em formato de ganso, marca registrada da Goose.

A cervejaria escocesa BrewDog abriu em Pinheiros, São Paulo, seu primeiro bar fora da Europa. Com conceito punk e questionando os rótulos industriais, a casa não tem garçons e cozinheiros. O serviço é feito pelos “beer geeks”, jovens amantes da boa cerveja, que trazem um atendimento informal e especializado. O bar manteve preservada a estrutura do edifício em que está instalado, uma antiga oficina mecânica e, durante o dia, um container instalado ao lado do imóvel é aberto para a venda dos rótulos.

Em Ipanema, no Rio de Janeiro, o Delirium Café da belga Delirium Tremens é o primeiro da marca na América Latina. O pub segue um estilo aconchegante, com paredes tomadas por rótulos de cervejas. No segundo andar, há um pequeno espaço onde são ministrados cursos e workshops sobre cerveja e também, aos finais de semana, é aberto para que o público possa se acomodar.

Todo início de ano, a Heineken abre seu misto de bar e balada temporário no topo de um prédio histórico da cidade de São Paulo. Já esteve, por exemplo, no Edifício Martinelli, no Mirante do Vale e no Museu de Arte Contemporânea da USP. Em sua última edição, o Heineken Up on the Roof contou com a mostra The Art of Heineken, com curiosidades e propagandas antigas da cervejaria, e holandeses ensinaram os visitantes a tirar corretamente o chope da marca. O lounge destinado às noitadas animadas por shows e discotecagens contou com gramado sintético verde, sofás e mesas com bancos altos. O espaço mais cobiçado é o parapeito, onde os baladeiros, de estilos bem variados, amontoaram-se para tirar fotos com o pôr do sol ao fundo.



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