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Mauricio Queiroz
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15/mar/2017 A GERAÇÃO DE LOJAS QUE NÃO QUER VENDER Post por: Administrador

Samsung – flagship em Manhattan

A loja física passa por uma revolução. Com o crescimento do e-commerce, o varejo foca em experiência e precisa fazer mais do que vender produtos. Porém, recentemente, começamos a ver um novo modelo que transforma o ponto de venda em uma espécie de showroom, nasce uma geração de lojas que não querem vender.

Tudo iniciou com o showrooming – o cliente na loja passa horas experimentando produtos e sendo assessorado pelo staff, pede o sinal do wifi e efetiva a compra em outro estabelecimento online.

De acordo com um estudo da consultoria EKN (Edgell Knowledge Network), 80% dos varejistas norte-americanos estão sendo afetados por esse comportamento dos clientes.

Com isto, de um lado os varejistas realmente assumiram a posição de showroom, cobrando um valor pela área utilizada pelas marcas, com pequenos showrooms internos. E as marcas construíram uma espécie de “shoproom”, que reúne o melhor dos dois mundos: o atendimento consultivo, trocando o vendedor comissionado pelo consultor. Desta vez, munido de mais informações do que o cliente conectado, mas em um ambiente monomarca, projetado e focado na super experiência e na geração de desejo de compra – que será efetivada de outra forma e em outro local.

A Samsung inaugurou uma gigantesca flagship em Manhattan, classificada como a “manifestação física” da marca. No Meatpacking District abriga uma sala de exposições de dois andares e a sede de marketing da empresa. A loja disponibiliza diversas experiências com seus produtos em realidade virtual, por exemplo. Porém, não vende nenhum produto.

Outra marca que também possui um modelo de showroom é a Sonos. Com o objetivo de reinventar o sistema de áudio doméstico, a loja localizada no SoHo, em Nova York, possui sete casulos que simulam diferentes ambientes e variados estilos de vida utilizando-se de recursos que garantem a qualidade do som nos espaços e facilitam a experiência dos consumidores.

No Brasil, o e-commerce de moda feminina Amaro passou a atuar também no varejo físico. As araras têm cerca de 300 peças de coleções mensais, uma amostra do que é possível encontrar no catálogo virtual. A chamada Guideshop possui ares modernos, com computadores da Apple e grandes telões espalhados pela loja. A ideia é gerar conhecimento da marca e experimentação, por isso as clientes podem tocar as roupas, sentir a textura dos tecidos, observar a costura e as cores e seguir para o provador. Quem quiser levar o produto não deve se dirigir ao caixa, mas a um dos computadores ou tablets instalados na própria loja para finalizar a compra. O frete é gratuito e a entrega leva de 30 minutos a cinco horas na capital paulista.



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