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Mauricio Queiroz
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07/jun/2017 O CONCEITO DE FAST-BOOKS DA LOJA DA AMAZON Post por: Administrador

A maior varejista digital do planeta abriu sua sétima loja da Amazon Books no coração de Manhattan, no Columbus Circle, entre a Broadway e a 8ª Avenida. Mais doze livrarias devem ser inauguradas até o final do ano, incluindo uma segunda unidade em Manhattan.

A Amazon Books tenta trazer as vantagens do varejo digital para o físico. Ao pé dos livros é possível ver a avaliação da obra (de 0 a 5 estrelas) com algum comentário de um leitor, publicado no site da Amazon e impresso diretamente para a nova loja — a crítica é, via de regra, elogiando o livro.

O lugar não conta com um grande acervo de livros e nem se compara em tamanho a grandes livrarias. São cerca de 3.000 títulos, os melhores, mais bem avaliados — e, claro, mais vendidos — do site da Amazon.

Para consultar os preços você pode baixar o aplicativo da Amazon no seu celular e escanear tanto o código de barras quanto a capa do livro.

Os que estiverem procurando por um título muito específico podem comprar em casa, na Amazon.com, e receber em até dois dias úteis como manda o protocolo.

De cara, já é possível ver uma saleta com os livros mais populares no site, bem como uma seção especial com os melhores livros para crianças. Lá, debaixo de uma forte luz branca, estão best-sellers indicados por jornais norte-americanos, livros sobre congressistas e sobre campanhas políticas.

Bem diferente da tradicional livraria americana, onde os funcionários fazem as reviews em pequenas notas com letras miúdas. Assim como no site se você gostou de um, vai amar o que está ao lado.

Os livros de culinária são abundantes. E alguns objetos de cozinha, como espátulas e colheres de pau, também estão por lá. A oportunidade, neste caso, faz o consumidor. Ao contrário da típica livraria de shopping, que geralmente tenta imitar os ares das pequenas livrarias, escondidas nos centros da cidade, a Amazon Books se vende como aquilo que é: uma loja que vende livros, não exatamente uma livraria.

A loja não te convida a ficar mais do que o necessário. Na realidade, tudo é feito para que o leitor consiga sair de lá o mais rápido possível. Não há cadeiras, poltronas ou sofás; não há um café no canto, reservado para leituras despretensiosas; não há luzes mornas, próprias para folhear melhor as páginas.

A bem da verdade, não há nem a possibilidade de se pagar em dinheiro: a Amazon Books só aceita pagamentos via cartão, ou então pelo próprio aplicativo, que gera um QR Code para o usuário com dados de pagamento já cadastrados no sistema. A versão fast-food do mercado literário com a versão vida real da função “compre com um click”.

Fonte: Exame.


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